10/09/2025
Cuidar da mente também é autocuidado
Você já parou para pensar que, às vezes, a gente cuida de tudo e de todos, menos da nossa própria mente? Cuidar da mente é complicado porque os sinais nem sempre são claros.
Se você quebra um braço, todo mundo vê. Se você pega uma gripe, dá pra medir a febre. Mas, e quando o cansaço não passa, quando a irritação se torna rotina, quando a alegria some e você já nem lembra do que gosta?
Esses são sintomas invisíveis, mas que carregam um peso enorme.
Ser forte é reconhecer quando não dá mais para suportar, é pedir ajuda antes de explodir. É respeitar o próprio limite e dizer “eu não aguento mais assim”.
Cuidar da mente não precisa começar com grandes mudanças. Às vezes, o simples já faz diferença como, por exemplo, respirar fundo antes de reagir a algo que te irrita, escrever o que você sente, para organizar pensamentos que parecem um turbilhão, desligar o celular por uma hora para se reconectar consigo, etc.
E, claro, quando possível, buscar terapia. A terapia não é um luxo, é uma ferramenta para aprender a lidar com a vida.
Afinal, estamos no mês de setembro amarelo e a campanha contra o suicídio. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde – OMS, todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, malária ou câncer de mama – ou guerras e homicídios.
Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa e morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal. No Brasil, 12,6% por cada 100 mil homens em comparação com 5,4% por cada 100 mil mulheres, morrem devido ao suicídio.
Então, lembre-se que você não está sozinho. Procure ajude, cuida de você e sua vida vale, sim, a pena!



