Chega Mais

18/06/2025

O amor que sentimos por nós mesmos é suficiente?

Afinal, o amor que sentimos por nós mesmos é suficiente? É sobre isso que vamos falar no programa de hoje, então chega mais e vem conversar.

A gente cresceu ouvindo que precisava se amar primeiro. Que só conseguiria amar alguém de verdade depois de aprender a amar a si mesma. Que o amor-próprio é a base de tudo. Mas e quando a gente se ama e mesmo assim sente falta de ser amada por alguém de fora?

Será que o amor que sentimos por nós mesmas precisa dar conta de todas as ausências, todas as carências, todas as vontades?

A ideia de que o amor-próprio resolve tudo é bonita, mas irreal. O amor-próprio é pilar, não escudo. Ele não isola a gente do mundo. Ele só faz com que a gente escolha melhor com quem compartilhar a nossa vida.

O amor que sentimos por nós mesmos é essencial, sim. Mas ele não precisa ser solitário. Ele pode, e deve, conviver com o amor que recebemos dos outros. Com carinho, com presença, com respeito.

Se amar é saber reconhecer o próprio valor. Mas também é ter maturidade para entender que o outro não vem pra completar, e sim pra somar. Que você não precisa aceitar menos do que merece só porque consegue se bastar. Mas também não precisa se fechar pro mundo como se amar a si mesma fosse suficiente pra viver.

Você pode se amar e, ainda assim, desejar ser amada. Pode ser autossuficiente e, mesmo assim, querer uma mão no fim do dia. Um abraço que acolhe. Um olhar que diz “eu vejo você”. Seja do nosso parceiro, da nossa amiga, da nossa irmã, da nossa mãe.

Se permita ser amada. Receber. Ser cuidada. Porque às vezes a gente se cobra tanto pra ser forte, pra ser autônoma, pra dar conta sozinha… que esquece que amar a si também é permitir que alguém chegue e cuide da gente com leveza.

Então, se hoje você tá se sentindo cansada de segurar o mundo sozinha… saiba que o amor próprio é só o começo. Que você merece sim se amar, mas também merece um amor que venha de fora. Porque o amor que você sente por si mesma é precioso, mas ele não precisa ser solitário.

Por fim, aproveite para conferir mais nesse episódio do podcast.

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EquipeVC

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